Carregando...
Ir para o conteúdo
Ultragaz
Av Brigadeiro Luís Antônio, 134301317 - 910São Paulo, SP
(11) 3177 6677(11) 3177 6200
Entre em contato
Sobre o GLP

Perguntas Frequentes Sobre o GLP

O GLP, Gás Liquefeito de Petróleo, é uma mistura de hidrocarbonetos líquidos obtidos em processo convencional nas refinarias, quando produzido a partir do petróleo. Pode ser também produzido a partir do gás natural, em unidades de processamento de gás natural (UPGNs).
 É popularmente conhecido como “gás de cozinha”, pois seu principal uso acontece na cocção dos alimentos. Também é utilizado em várias etapas industriais e agrícolas. Em estado líquido, o GLP é mais leve do que a água e pode ser facilmente armazenado a uma pressão moderada. Em estado gasoso, ele é mais pesado do que o ar, o que faz com que se concentre próximo ao solo em caso de vazamento. Por ser invisível e inodoro, adiciona-se um odorizante não-tóxico, a mercaptana, como medida de segurança. Por sua facilidade de armazenamento, transporte, grande eficiência térmica e limpeza na queima, o GLP é usado intensivamente em todo o mundo.
Nos botijões de cinco e 13 quilos, a válvula que permite a saída do gás fecha automaticamente sempre que o cone-borboleta for desconectado.
O plugue-fusível é um mecanismo de segurança desses botijões. Ele possui uma liga metálica que suporta uma temperatura entre 70ºC e 77ºC. No lacre, consta o nome da empresa engarrafadora.


Ele deve estar em perfeito estado, o que garante a procedência do produto, o peso correto e que houve inspeção de qualidade. Nos cilindros de 45 e 90 quilos, a válvula é de fechamento manual. O mecanismo de segurança vem acoplado à válvula. Ele libera o gás para o ambiente quando há um aumento muito grande de pressão no interior do vasilhame.


 

 

Por ser facilmente transportável, sem necessidade de gasodutos ou redes de distribuição, o GLP chega às regiões mais remotas, rurais ou urbanas. Além disso, não se deteriora durante o tempo de armazenamento, ao contrário de outros combustíveis líquidos de petróleo.

No Brasil, sua distribuição em recipientes transportáveis, os denominados botijões de gás, abrange 100% do território nacional e garante o abastecimento de 95% dos domicílios. Ou seja, sua presença em nosso País é maior do que a da energia elétrica, da água encanada e da rede de esgotos.

Isto fez do GLP um produto essencial para a população brasileira, pois é utilizado no preparo das refeições diárias em 42,5 milhões de lares de todas as classes sócio-econômicas.

Mas o GLP tem muitas outras aplicações além de sua utilidade na cocção de alimentos. Infelizmente, o fato de ser conhecido popularmente como “gás de cozinha”, se por um lado demonstra a sua importância para a população brasileira, por outro mostra que esse produto tem sido banalizado. As normas vigentes estão defasadas e restringem o GLP a poucas aplicações legalmente aceitas.
O GLP é um combustível limpo. Não é tóxico e não contamina os mananciais de água nem o solo.

 

Pelo fato de permitir a redução de emissões de CO₂, o GLP deveria ser seriamente considerado como um complemento ao gás natural nas políticas ambientais em áreas urbanas de grande concentração. A utilização da lenha em larga escala como fonte calorífica poderia gerar um desmatamento de proporções nada desprezíveis: para se obter no fogão de lenha o mesmo poder calorífico de um só botijão de 13 kg de GLP, é necessário derrubar e queimar dez árvores, em média. Ou seja, o consumo de GLP pela população representa a preservação de milhões de árvores por dia e não prejudica a saúde.

Por ter alto poder energético, o GLP pode colocar em funcionamento desde o menor aparelho doméstico até grandes instalações industriais.
 
Por ser um combustível muito limpo, ele pode ser usado em contato direto com alimentos e artigos tais como cerâmica fina, sem nenhum prejuízo à pureza e à qualidade desses produtos.
 
Os usos industriais do GLP incluem: funcionamento de empilhadeiras industriais, fornos para tratamentos térmicos, combustão direta de fornos para cerâmica, indústria de vidro, processos têxteis e de papel, secagem de pinturas e gaseificação de algodão.
 
Em residências ou recintos comerciais, é geralmente usado para aquecimento de ambientes e de água, além do uso mais conhecido, a cocção de alimentos.
 
No mercado agrícola, é usado para a produção vegetal e animal e para equipamentos diversos.
 
Em alguns países, o GLP é utilizado também como combustível automotivo, em veículos de transporte coletivo, táxis e automóveis particulares, mas no Brasil este uso é proibido, exceto para empilhadeiras.
A regulação do setor, contratação das empresas concessionárias e fiscalização das atividades econômicas integrantes da indústria do petróleo são atribuições da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, uma autarquia vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A ANP estabelece os requisitos mínimos para as empresas que se propõem a atuar no mercado de GLP, visando garantir a segurança do consumidor e a regularidade do abastecimento em todo o território nacional.


Para compatibilizar a oferta e a demanda nos pontos de recebimento do produto, a ANP estabelece quotas mensais máximas para os contratos de compra e venda entre o produtor (a Petrobras, por exemplo) e cada uma das empresas distribuidoras, com base na capacidade de atendimento da empresa, quantidade de botijões com a sua marca etc.

Outra atividade importante da ANP – que traz transparência ao mercado, informa os consumidores e fornece aos agentes condições de acompanhar detalhadamente o desempenho do setor – é o monitoramento da comercialização de combustíveis. Semanalmente, é feito um levantamento de preços em todos os Estados da federação e dos volumes comercializados. Esses dados estão disponíveis no site
www.anp.gov.br.

Além disso, o Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, autarquia vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, fiscaliza os botijões, especialmente em relação ao peso correto do produto em cada recipiente. E fiscaliza também os sistemas de medição do GLP a granel.

Outro órgão importante para o setor é a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – cujas normas asseguram os requisitos adequados para fabricação, armazenamento e requalificação dos recipientes, além de requisitos para as instalações de granel. Os distribuidores de GásLP seguem requisitos de certificação para assegurar as boas condições de uso dos botijões. O serviço de requalificação dos botijões também é sujeito às normas da ABNT no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação.

 

A diferença de preços entre os Estados ocorre principalmente por dois motivos: 
 
a) Custos de transporte, em função da distância entre a refinaria mais próxima (produtora de GLP) e o consumidor.
 
b) Carga tributária estadual: o ICMS pode variar de 12% a 18%, conforme o Estado da federação.