A pizza é o alimento que está fortemente presente todos os dias no cardápio do brasileiro. São mais de 1 milhão de unidades vendidas diariamente, segundo dados da Apuesp (Associação das Pizzarias Unidas). Isso significa que, mesmo com as oscilações econômicas no país, as pizzarias continuam sendo parte de um segmento aquecido e sempre em crescimento.

A consultoria BigData Corp, em estudo desenvolvido para a Revista Exame e divulgado em abril de 2017, revelou quanto o consumidor gasta em diversas cidades brasileiras ao pedir sua pizza. A análise foi feita levantando uma média de gastos por pessoa e compilou os preços de 124 mil restaurantes com este alimento no cardápio.

Os dados mostram que a redonda mais cara do Brasil é a de Salvador, capital da Bahia, que custa em média R$ 28,66 por pessoa. Em segundo lugar vem a pizza carioca (R$ 28,23) e, em terceiro, São Paulo, com um gasto médio por pessoa de R$ 27,34. Já a mais barata do território nacional é a de Palmas, capital do Tocantins, com média de R$ 20,20 por pessoa.

O GLP nas pizzarias

Cada vez mais pizzarias adotam os fornos a GLP em substituição aos conhecidos fornos a lenha. Além da qualidade do produto e do sabor, o GLP permite um processo de produção mais ágil, pois o tempo de aquecimento proporcionado pelo gás de cozinha é bastante inferior ao tempo de aquecimento da lenha.

Além disso, o espaço necessário para armazenamento da lenha é grande, e esse material requer um tempo longo para descarga. O uso da madeira gera uma quantidade grande de resíduos sólidos e a fumaça produzida pode prejudicar não só o ambiente, mas também a saúde dos funcionários.

Saiba mais sobre este setor lendo nosso artigo sobre 5 números importantes sobre o segmento de pizzarias no Brasil.