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Metas de redução de emissões: como indústrias podem atingir objetivos de sustentabilidade

Metas de redução de emissões: como indústrias podem atingir objetivos de sustentabilidade

Descubra como as metas de redução de emissões orientam a descarbonização industrial com estratégias como eficiência energética, biometano e energia renovável. Saiba mais e continue a leitura.

As indústrias podem atingir metas de sustentabilidade por meio da combinação entre eficiência energética, uso de alternativas com menor emissão de carbono ou por energia renovável, como o biometano. Essas estratégias permitem reduzir emissões de forma progressiva, com viabilidade técnica, segurança operacional e alinhamento às agendas ESG.

A descarbonização já é uma realidade no setor industrial e se consolidou como um pilar estratégico de negócios. Além disso, as metas de redução de emissões representam compromissos formais das empresas com práticas mais sustentáveis e responsáveis.

As indústrias podem atingir metas de sustentabilidade por meio da combinação entre eficiência energética, uso de alternativas com menor emissão de carbono ou por energia renovável, como o biometanos. Essas estratégias permitem reduzir emissões de forma progressiva, com viabilidade técnica, segurança operacional e alinhamento às agendas ESG.

Diante desse cenário, para a indústria, que frequentemente opera com processos intensivos em energia, atingir esses objetivos pode parecer desafiador. No entanto, existem caminhos viáveis, progressivos e, em muitos casos, economicamente vantajosos, especialmente no médio e longo prazo, para avançar nessa agenda.

Neste conteúdo, você irá conferir:

  • o que são as metas de redução de emissões;
  • as principais fontes de emissão no setor industrial;
  • as estratégias para atingir metas de redução de emissões;
  • como implementar uma estratégia de redução de emissões.

O que são as metas de redução de emissões?

As metas de redução de emissões são compromissos assumidos por empresas para diminuir a liberação de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera. Elas podem ser públicas ou internas, mas, em ambos os casos, precisam ser claras, mensuráveis e compatíveis com a realidade operacional do negócio.

Para padronizar a contabilização e facilitar o gerenciamento, as emissões GEE são divididas em 3 escopos:

  • Escopo 1: envolve emissões diretas das atividades da empresa e suas controladas, como a queima de combustíveis em equipamentos e processos internos;
  • Escopo 2: são as emissões indiretas relacionadas a energia comprada (elétrica, vapor, calor ou refrigeração), para consumo da empresa;
  • Escopo 3: amplia essa análise para outras emissões indiretas, como as que vêm da cadeia de fornecedores, do transporte e de diferentes etapas ligadas ao ciclo de vida do produto.

Ao considerar esses três níveis, a indústria amplia sua visão sobre impacto ambiental e consegue estruturar uma estratégia de redução mais completa e consistente.

Quais são as principais fontes de emissão no setor industrial?

As emissões industriais estão majoritariamente associadas ao uso de energia e à complexidade dos processos produtivos. Entre as principais fontes, destacam-se:

  • Consumo de combustíveis fósseis: uso de óleo combustível e carvão em caldeiras, fornos e outros equipamentos térmicos;
  • Processos produtivos intensivos em energia: atividades que exigem altas temperaturas e elevado consumo energético, normalmente associadas à queima de combustíveis e a emissões diretas;
  • Logística e transporte: frotas próprias de caminhões e o transporte de insumos e produtos geram emissões significativas;
  • Consumo de eletricidade: energia elétrica adquirida da rede cativa, não proveniente de fontes renováveis, com emissões associadas à sua geração;
  • Resíduos industriais: a decomposição de resíduos orgânicos em aterros gera metano, um gás de efeito estufa com alto potencial de aquecimento global.

Quais são as principais estratégias para atingir metas de redução de emissões?

A boa notícia é que existem múltiplas estratégias que podem ser combinadas para maximizar os resultados da descarbonização. Conheça as principais:

1- Eficiência energética

A eficiência energética é o ponto de partida, pois alia redução de emissões a ganhos econômicos. Ela consiste em produzir bens e serviços utilizando o mínimo de energia necessária, reduzindo desperdícios ao longo da operação industrial.

Na prática, envolve ações como otimização de processos, isolamento de tubulações, modernização de equipamentos e recuperação de calor residual, reduzindo o consumo de energia, as emissões e os custos operacionais.

2- Substituição de combustíveis fósseis

A substituição de combustíveis de alto carbono por alternativas mais limpas, como o biometano, é uma das formas mais diretas de reduzir as emissões de Escopo 1, uma vez que ele pode ser utilizado em caldeiras, fornos e outros equipamentos industriais sem grandes adaptações.

Inserido em uma lógica de economia circular, o biometano apresenta balanço de carbono neutro ao longo de seu ciclo de vida, pois o CO₂ emitido em sua queima é equivalente ao capturado da atmosfera pela biomassa que lhe deu origem. Essa característica o torna uma alternativa estratégica para a descarbonização de processos térmicos industriais, permitindo reduzir emissões diretas sem comprometer a segurança e a eficiência operacional.

Leia também: Biometano: vantagens e desvantagens do uso em caldeiras, fornos e sistemas térmicos

3- Uso de energias renováveis

Outra alternativa é a contratação de energia no mercado livre, que permite à indústria escolher fornecedores de energia renovável, garantindo que a eletricidade consumida tenha baixa pegada de carbono. Essa alternativa reduz emissões associadas ao consumo de eletricidade e complementa iniciativas de eficiência e substituição de combustíveis.

Essas soluções, quando combinadas, formam a base de uma estratégia de descarbonização.

Leia também: Mercado Livre de Energia: Economia de 30% na Indústria

Como implementar uma estratégia de redução de emissões?

Implementar uma estratégia de redução de emissões começa, antes de tudo, pelo entendimento claro da situação atual da indústria. Por isso, o primeiro movimento deve ser a realização de um inventário de carbono, capaz de mapear as emissões dos Escopos 1, 2 e 3.

Esse diagnóstico funciona como linha de base e mostra, com mais precisão, onde estão os principais focos de impacto.

A partir deste diagnóstico, a indústria pode definir metas alinhadas à sua operação, que sejam mensuráveis, viáveis e conectadas aos objetivos estratégicos do negócio.

A partir daí, a estratégia deve seguir com priorização, acompanhamento e envolvimento interno, começando pelas ações com melhor relação entre custo e impacto. Por fim, é essencial o engajamento de todos e o monitoramento dos resultados através de indicadores periódicos.

Metas de redução: uma decisão estratégica

Como vimos, as metas de redução de emissões representam um imperativo estratégico. Elas respondem as necessidades do mercado, fortalecem o posicionamento ESG e contribuem para a construção de um futuro mais sustentável, sem renunciar à competitividade.

Nesse contexto, a escolha de parceiros e soluções adequadas é fundamental para viabilizar essa jornada com eficiência e segurança.

A Ultragaz atua como parceira para apoiar indústrias em suas transições energéticas, oferecendo soluções que combinam segurança, inovação e compromisso com o desenvolvimento sustentável. A descarbonização é uma jornada contínua, construída a partir de decisões estratégicas bem fundamentadas.

Saiba como avançar na descarbonização com o suporte de quem é referência no setor.

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