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Imagine uma maneira simples de economizar dinheiro na sua conta de luz, contribuindo para um futuro mais sustentável e consciente. Pois bem, a etiqueta de eficiência energética é justamente uma ferramenta que pode ajudar nessa tarefa.

Neste artigo, você vai saber mais sobre essas etiquetas, quais informações elas fornecem e como lê-las corretamente. Confira:

  • o que são as etiquetas de eficiência energética?
  • quais são as informações da etiqueta de eficiência energética?
  • como escolher produtos mais econômicos com base nestas etiquetas?

O que são as etiquetas de eficiência energética?

As etiquetas de eficiência energética são um recurso desenvolvido para ajudar os consumidores a tomarem decisões informadas ao adquirir produtos que consomem energia elétrica. Elas fornecem uma classificação que varia de acordo com o desempenho do produto, normalmente utilizando uma escala de letras e cores.

Essas etiquetas foram desenvolvidas por diferentes organizações em todo o mundo. Vários órgãos governamentais e entidades internacionais desempenharam papéis importantes em sua criação e implementação.

No Brasil, o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL) é responsável por desenvolver e implementar as etiquetas de eficiência energética para diversos tipos de produtos.

Nossa escala de classificação, criada em 1993, varia de A (mais eficiente) a G (menos eficiente) e é aplicada a uma ampla variedade de produtos, incluindo:

  • eletrodomésticos;
  • lâmpadas;
  • ar-condicionado;
  • aquecedores;
  • motores elétricos;
  • entre outros.

Quais são as informações da etiqueta de eficiência energética?

As informações contidas em uma etiqueta de eficiência energética são cruciais para auxiliar os consumidores na tomada de decisões. Embora os detalhes específicos possam variar de acordo com o tipo de produto, existem algumas informações comuns na maioria das etiquetas.

Classificação de eficiência energética

Como já mencionamos, a classificação é geralmente representada por letras:

  • A: reservada aos produtos que consomem menos energia em comparação com os outros disponíveis no mercado;
  • B: têm um consumo de energia um pouco mais alto do que os produtos com classificação A, mas ainda apresentam bom desempenho em termos de eficiência energética;
  • C: considerados de nível médio, ainda são aceitáveis em termos de eficiência, mas podem não ser tão econômicos em longo prazo;
  • D: estão no nível inferior de eficiência energética e podem resultar em custos de energia mais altos ao longo do tempo;
  • E, F e G: consomem uma quantidade bem maior de energia e podem ter um impacto ambiental mais significativo.

No entanto, o selo PROCEL começou a receber atualizações em 2022 para incentivar o desenvolvimento de eletrodomésticos ainda mais eficientes. A escala foi ampliada para incluir as classificações A+, A++ e A+++. A estimativa é que os novos equipamentos fiquem 61% mais econômicos do que os atuais até 2030.

Consumo de energia

A etiqueta de eficiência energética geralmente apresenta uma estimativa do consumo de energia do produto em uma base anual ou mensal. Quanto menor o número de kWh indicado na etiqueta, menor o uso de eletricidade e, consequentemente, menor o impacto na conta de luz.

Capacidade ou desempenho do produto

Dependendo do tipo de produto, a etiqueta também pode fornecer informações sobre a capacidade ou desempenho específico do produto. Por exemplo, no caso de uma geladeira, pode ser indicada a capacidade de armazenamento líquido em litros. Outros dados relevantes incluem informações sobre o nível de ruído emitido pelo produto.

Como escolher produtos mais econômicos com base nas etiquetas?

Escolher produtos mais econômicos com base na etiqueta de eficiência energética pode ajudar a reduzir o consumo de energia e economizar na conta de luz. Aqui estão algumas dicas para ajudar na escolha de produtos mais eficientes:

Pondere a relação entre preço e eficiência

Embora os produtos mais eficientes possam ter um preço inicial mais alto, é importante considerar o custo a longo prazo e as economias de energia resultantes. Ao comparar as várias opções disponíveis, leve em conta o preço de compra e o consumo de energia ao longo de toda a vida útil.

Pense no tempo necessário para recuperar o investimento inicial em economia de energia, a durabilidade e a qualidade de cada produto. Às vezes, vale a pena pagar um pouco mais por um produto que vai durar mais tempo.

Considere suas necessidades

Além da eficiência energética, leve em conta suas necessidades específicas. Por exemplo, ao escolher uma geladeira, verifique a capacidade de armazenamento, o consumo de energia declarado na etiqueta e os recursos adicionais desejados, como dispensador de água ou gelo na porta.

Já para escolher um fogão, compare os gastos em modelos a gás, elétricos ou de indução. Considere também o tamanho e o número de queimadores, recursos adicionais como grill, forno autolimpante ou timer.

É claro que, além de ter um produto eficiente em termos de consumo energético, a forma como o equipamento é utilizado também faz toda a diferença. Por isso, continue conosco e veja várias dicas valiosas para economizar energia em casa!

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